CGTN: Quanto às mudanças climåticas, o tempo estå se acabando, não as opçÔes
07.08.2025 - 18:02:47 | prnewswire.co.ukÂ
Ă medida que Pequim se recuperava, uma tendĂȘncia horrĂvel, porĂ©m semelhante, ecoava por todo o planeta: o incĂȘndio florestal mais fatal nos EUA em mais de um sĂ©culo queimou Lahaina, no HavaĂ; enchentes devastadoras que destruĂram um quarto da cidade de Derna, na LĂbia; calor extremo e seca agravada no Chile e no Chifre da Ăfrica; aumento do nĂvel do mar em paĂses insulares, etc. "A humanidade abriu as portas do inferno", como observou o SecretĂĄrio-Geral da ONU, AntĂłnio Guterres, "estamos indo para um mundo perigoso e instĂĄvel".
Embora a campainha de alarme continue soando, nĂŁo devemos perder a esperança e desistir. Mas agora, Ă© hora de agir. A China e os EUA, como as duas maiores economias do mundo, demonstraram sua vontade polĂtica por meio da histĂłrica Declaração de Sunnylands. E olhando um pouco mais atrĂĄs, desde o Protocolo de Kioto atĂ© o Acordo de Paris, foram definidos alvos vinculantes para limitar as emissĂ”es e o aumento da temperatura mediante esforços conjuntos.
E a China tem seguido o que diz para atingir sua mesta de pico de carbono e neutralidade. Desde transformar desertos atĂ© limpar o ar, passando por desenvolver novas tecnologias, modificar a estrutura energĂ©tica e conscientizar as pessoas quanto a um estilo de vida mais saudĂĄvel. A China estĂĄ fazendo todo o possĂvel para cultivar um ciclo da natureza mais sustentĂĄvel, pagar dĂvidas ecolĂłgicas anteriores, evitar novas dĂvidas e se esforçar por salvar nosso planeta com mais criatividade.
Se as mudanças climĂĄticas sĂŁo uma preocupação mundial, o ĂŽnus nĂŁo Ă© compartilhado por igual. Por um lado, os paĂses desenvolvidos sĂŁo responsĂĄveis pela maioria das emissĂ”es que retĂȘm calor desde a Revolução Industrial. Por outro lado, os paĂses em desenvolvimento tĂȘm emissĂ”es mais baixas, mas sĂŁo os mais afetados por um clima mais quente. As promessas de algumas das maiores economias do mundo nĂŁo tĂȘm mostrado resultados, adiadas por impasses polĂticos, empecilhos burocrĂĄticos e discussĂ”es sobre novas regras para acelerar a ajuda de bancos de desenvolvimento e doadores privados.
Uma injustiça arde no coração da crise climĂĄtica e sua chama queima esperanças e possibilidades, como alertam os lĂderes mundiais. "NĂŁo podemos continuar pondo o interesse de alguns antes da vida de muitos", apelou Mia Mottley, Primeira-Ministra de Barbados.
Como ter certeza de que o todo seja maior que a soma de suas partes, com todas puxando no mesmo sentido? Ă necessĂĄrio liderança, visĂŁo e multilateralismo. A China, junto com o restante do mundo, estĂĄ tomando a iniciativa de dar o melhor de si, ao reduzir o preço de energias renovĂĄveis, compartilhar conhecimentos para implementar projetos sustentĂĄveis e fazer a transição a uma era de baixo carbono. Uma vez que as mudanças climĂĄticas sĂŁo um assunto mundial, somente por meio de uma abordagem a nĂvel internacional e mediante esforços conjuntos poderemos traduzir a vontade em resultados concretos, bem como mitigar o clima que alteramos.
VĂdeo -Â https://www.youtube.com/watch?v=vq3bkp6DsUY
FONTE CGTN
